sábado, 4 de dezembro de 2010

13. DESORDEM MENTAL - PARTE 3 -

 A Tensão Que Pode Ser Controlada - 1 -



AS FRONTEIRAS
Entre a Normalidade
E a Patologia,

Tem estado sendo
Desde a Grécia Antiga,
Desafios de incontáveis cientistas,
Da Medicina da Psicologia
E também
Da Medicina da Psiquiatria,

Em descobrir,
"Causas e Efeitos",
Destes, ou daqueles indivíduos,
Ao apresentar trejeitos,
Como respostas físicas
Nas mudanças de suas,
MENTAIS VIAS.

Imagina a distancia temporal,
Entre aquele período
E o Tempo Atual,

No primeiro,
Filósofos e Cientistas,
Cada um,
Com sua observação aguerrida,

Carregava no cerne de suas conclusões,
Como Empédocles,
Demócrito e Hipócrates,

Este ultimo Pai da Medicina,
Que o "Amor e Ódio"
Eram as fontes de
Mutações da Vida
E definia de cada um
A própria sina.

Agora neste período em que vivemos,
Os Tempos das Eras Modernas,
Cheios de Tecnologias.

Todos os cientistas,
Não sabem ainda precisar,
Onde a Normalidade acaba,
E assume as Mentais Patologias,

Ao se presenciar tantos
Esdrúxulos eventos,
Em todas as classes sociais,
Em todas as Instituições,
Em todos os relacionamentos formais,

Diante dos Dédalos e dos Pélagos,
De concepções individuais,
Nas transições temporais,
Em que homens e mulheres assumem,
Instintos animais.

Nascia também naqueles tempos,
O Esculápio,
Médico estudioso e hábil,
Mas que ainda não era divinizado,
Pelo deus do próprio nome,
Que em sonhos,
Daqueles junto ao seu templo,
Fazia curas,
Em qualquer um estabanado.

Sem duvida alguma,
Imperava nos ensinamentos científicos,
Dos Médicos daquele tempo:

Hipocrates, Ateneu de Capadócia,
Avicena e muitos outros,
O Empirismo,

Que simultaneamente
Ataviava e Desataviava,
Segundo o caso,

Ao máximo possível tais conhecimentos,
Que ao longo dos tempos,
Veio transformando-se,
Num brilhante profissionalismo.

Não me é possível,
Afirmar com segurança,
Senão, através da Historia,
E do meu período de adolescência,
A meio Século atrás,

Que o "Mundo dos Insanos",
Não parecia estar sobre o "Stress",
De tamanhas violências,
Como dos modernos humanos,
Em qualquer fase merencória.

Os quais,
Em tentativas torpes
Forçam seus ânimos,
Em infundadas metamorfoses,
Para obter alguma passageira glória.

Não obstante,
O AMOR E O ÓDIO,
Não tem estado sofrendo,
Melhorias substanciais,
No seres humanos,

E ainda diante de tanto progresso,
Se vê indivíduos,
Matando mulheres,
De todas as  idades,
Untando-as com gasolina,
Liberando todas as suas maldades,

E Ferrenhamente portando,
Tais sentimentos,
Nos mesmo moldes,
Sarabulhentos,
Dos senhores feudais.

Como então é possível,
Seguramente controlar
Sentimentos tão velhos
quanto o mundo e os dominar?


1. O mundo tem estado mudando sim,
E muito aceleradamente.

As pessoas entretanto,
No que tange ao sentimento,
Não quer se libertar,
Das lembranças, das memórias pessoais,
No aglomerado energético rabugento,
Que estão compilados tais anais,
O qual, ainda segura, fortemente,
Seus instintos animais.

2. Está cientificamente comprovado,
Que a Humanidade é constituída,
De elementos Cosmico-quimicos Nucleares,
E que todos não passam de poeiras estelares.

Logo o cérebro de cada um,
O qual produz e distribui energia,
Para os centros nervosos celulares
Não a armazena em seus sistemas moleculares.

Isto é uma atividade constante
Da Mente junto a Consciência e a Memória,
De maneira que a energia
Por diferentes estados mentais
Se renove ao longo de qualquer trajetória,
A todo e a qualquer instante,
Enquanto recarrega
A pessoal ANIMOLOGIA,
Por coloridos aspectos vivenciais,
Algum dos quais,
Muitas vezes se torna,
De emboscada uma verdadeia moia..

3. O Cérebro produz,
Mas não retém A Energia.

Este é o papel da mente,
Como se fora uma bateria.

Suas placas,
Redes neuronais,
Retem por impulsos elétricos,
Imagens, Sonhos e Ideais,
Os quais,
Precisam  ser renovados com fervor.

O fluxo de Elétrons, Neutros e Protons
Em seu interior,

Gera uma força de atração,
Que a Humanidade dá o nome de:
AMOR.

4. A Ordem do Amor Sincero,
É algo renovador,
Quando acidentalmente
Acontece desenlaces,

Este fenômeno,
Desvio do fluxo eletrico,
Se dá amigavelmente,
Em função do Direito à Liberdade.
Que cada um é detentor simétrico.

5. O ÓDIO É O AMOR
CUJA CORRENTE ELÉTRICA
ENFRAQUECEU
E FISICAMENTE ADOECEU.

A fraqueza conceitual,
No que se refere ao AMOR,

Que a maioria,
Dos seres humanos apresenta,

Reside na incompetência,
De saber Amar-se primeiro,
Para depois,
Amar equilibradamente,
O seu parceiro.

Em todos os aspectos vivenciais,
Dos seres humanos,
Filosofias, Seitas e Religiões,
Se tornaram estilos de Educações.

O grave e grande problema
Destas concepções,
Tem estado sendo o "Colapsar"
Os individuais e inapagáveis,
Impulsos de Se orientar
E de Si Educar.

O que se vê: São
"LAVADORES DE MENTES".
Para a vida dos outros moldar,
E ao estilo de cada um, controlar.

Este é o que chamo,
Com segurança da minha cátedra,
A Simplicidade,
O Apêndice da Educação,
A Esperteza,
O qual, mais dias, menos dias,
Ao longo dos milênios,
Tem eclodido em maldades.

6. O BOM SENSO,
É um movimento ladeira acima.

Exige esforço,
Culturas diversas,
Atenção aos momentos de mudanças,
Para manter o equilíbrio,
No abrir e fechar,
O pessoal eletroímã.

A Força Fisiológica,
Da Biologia humana,
Impulsiona a atração,
Por elementos de sexo opostos.

E então se aproveitam
Para tirar disto vantagens,
Ao se unirem corpos.

E muitos se atiram,
Sem avaliar as conseqüências,
Das correntes mentais, diferenças,
As quais,
Algum tempo depois,
Se tornam letais.

7. O AMOR E O ÓDIO,
São correntes opostas,
De Poder Tensional imensurável,
Os quais, um ou outro,
Simultaneamente,

Se torna quase sempre,
Estressável.

Por esta razão eles precisam
Receber a concepção
De que são controláveis.

Não se pode, nem se deve,
Isto preterir,
Para que não venha,
Pela própria incompetência se ferir.

Ao longo de décadas,
De experimentos e observações,
Só encontrei no:

CAMINHO CERTO,
OS COMPASSOS DAS POSSIBILIDADES,

As ferramentas de controle,
Para cada um,
Sempre preservar,
A sua e do Amante,
AS INTEGRIDADES.



Boa semana de trabalho para todos.
Evilasio de Sousa

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